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Honest Market: fonte de lucro ou fonte de satisfação da equipe?

Se você chegou até este post, imaginamos que você já conheça o conceito de honest market, cada vez mais utilizado como alternativa acessível e vantajosa para oferecer um gama ampla alimentos e bebidas para os colaboradores de uma empresa, sem precisar aumentar o quadro de pessoas envolvidas na atividade, nem esforços de negociação para os produtos.

E é exatamente entre as empresas que já conhecem o conceito, que uma dúvida muito comum surge: ao utilizar um Honest Market, o foco deve ser a lucratividade em potencial, ou a satisfação potencial que os novos produtos podem gerar na equipe são mais valiosos e devem ser postos em primeiro plano?

É claro que a Baristop não tem a função de tratar de decisões gerenciais de seus clientes e parceiros. Mesmo assim, vimos uma quantidade suficiente de casos para oferecermos insights que podem ser úteis na sua decisão. Por isso, escrevemos este artigo, com algumas reflexões sobre modelos que podem ser interessantes na adoção de uma estratégia. Confira!

As regras da casa falam mais alto

Não custa reforçar: não importa quanta experiência a Baristo tenha com outros parceiros, cada caso e cada escolha são absolutamente únicos. Por isso, mesmo que a maioria das experiências apontam para certos caminhos, é possível que sua empresa precise de algo distinto. E ninguém melhor para tomar essa decisão do que quem já faz parte dela!

Por isso, lembramos que estamos à disposição para auxiliar em um modelo de proposição consultiva, mas sempre atuaremos no sentido de respeitar as decisões e os modelos escolhidos por sua equipe!

Os dois caminhos para se seguir: lucratividade ou satisfação da equipe

Com os esclarecimentos feitos, é hora de finalmente entrar no assunto.

Quando falamos nos potenciais benefícios de um honest market, há muitas coisas que podem ser mencionadas. Mas duas modalidades realmente saltam aos olhos:

Uma, é a possibilidade de se obter uma nova fonte de receita para pequenos custos, mesmo que seja para reinvestimentos internos, em benefício dos próprios colaboradores. Neste caso, a empresa pode trabalhar com uma margem razoável, cuja receita auxilie a custear gastos internos, trazendo um retorno para aquela disponibilidade de espaço.

Do outro lado, há o formato em que se oferece o preço mais acessível possível aos colaboradores, como sinal de disposição a oferecer benefícios. Ao trazer valores mais vantajosos do que aqueles que possam ser encontrados no mercado geral, a empresa aposta nos benefícios de manutenção daquelas pessoas no ambiente de trabalho, que implica em segurança e integração. Além disso, equipes de gestão de pessoas sugerem um aumento da satisfação interna.

Quando os benefícios não são excludentes

Outro aspecto a se apontar é que escolher um caminho não significa excluir por completo o outro. Muitas empresas optam por trabalhar com uma margem pequena, mas cujo valor resulta em investimentos internos, em melhorias que os próprios colaboradores podem decidir quais serão.

Além disso, as melhorias na satisfação da equipe são percebidas em praticamente qualquer cenário que utilize preços justos. Isso é especialmente verdade, quando uma das maiores vantagens do modelo de Honest Market é aproveitada: oferecer uma linha de produto com opções que todos os colaboradores gostem!

E você, já implementou essa mudança? Qual modelo você escolheu? Conte para nós nos comentários!

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